domingo, 3 de janeiro de 2010



        Quando entramos no nosso Instituto nos deparamos com uma infraestrutura nunca antes dada a nenhum de nós, tanto em termos de equipamentos, qualificação dos professores, qualidade do ensino e apoio quanto as nossos problemas de ordem pessoal e pedagógica. Nosso carinho e deslumbramento com tudo de maravilhoso que foi a nós oferecido veio crescendo no decorrer do ano e hoje, ainda mais que no início de 2009, temos orgulho em dizer que somos alunos do campus Cabo Frio e é válido dizer que foi nosso primeiro ano em funcionamento.Crescemos de forma magnífica, devido ao trabalho árduo de toda a equipe do campus, o que faz com que me sinta obrigada a agora NÃO SILENCIAR diante do que está acontecendo.

        Manifestar indignação é o primeiro passo, e aqui estou para isso.
        NÃO CONCORDO E NÃO RECONHEÇO A NOVA DIREÇÃO IMPOSTA !
        QUEREMOS DEMOCRACIA !
        E para isso é preciso que tenhamos eleições para o cargo, e para que a eleição seja de fato democrática, precisamos que hajam canditados, então, precisamos que César Dias e sua equipe continuem no nosso campus.
        Não precisamos que a reitora 'devolva' o cargo ao César, não queremos nenhuma espécie de favor nem nada do tipo, queremos apenas o direito a democracia.
        DEIXE A EQUIPE NO CAMPUS E NÓS ELEGEREMOS A MELHOR DIRETORIA !


Bárbara Rocha, aluna do Curso Técnico Integrado em Petróleo e Gás.


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"Obriga-o a compor a mentira alheia para a usar como se fosse a própria verdade. Permeiam a nossa obediência, castigam a nossa inteligência e desalentam a nossa energia criadora. Somos opinados, mas não podemos ser opinadores. Temos direito ao eco, não à voz, e os que mandam elogiam o nosso talento de papagaios. Nós dizemos não: nós negamo-nos a aceitar esta mediocridade como destino.
Nós dizemos não ao medo. Não ao medo de dizer, ao medo de fazer, ao medo de ser. O colonialismo visível proíbe dizer, proíbe fazer, proíbe ser. O colonialismo invisível, mais eficaz, convence-nos de que não se pode dizer, não se pode fazer, não se pode ser. E neste estado de coisas, nós dizemos não à neutralidade da palavra humana. Dizemos não aos que nos convidam a lavar as mãos perante as quotidianas crucificações que ocorrem ao nosso redor. À aborrecida fascinação de uma arte fria, indiferente, contempladora do espelho, preferimos uma arte quente, que celebra a aventura humana no mundo e nela participa, uma arte irremediavelmente apaixonada e briguenta."

GALEANO, Eduardo, Nós Dizemos Não, Editora Revan, Brasil, 1990.